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12/02/2016 - Intoxicação alimentar: o que é, como evitar e tratar
 

Com a chegada do verão e das altas temperaturas, os alimentos se deterioram mais rápido. Isso quer dizer que os cuidados com a ingestão, o preparo e o armazenamento da comida devem ser redobrados. Só que, nessa época do ano, não é tão fácil fazer isso. Muitas famílias viajam de férias e acabam comendo mais fora de casa – inclusive na praia. E, acredite: basta um pequeno descuido para contrair uma intoxicação alimentar. Aprenda como identificar o problema e o que você pode fazer para prevenir a sua família dessa situação.

Sinais de intoxicação

Os sintomas da intoxicação alimentar são bem parecidos com os de uma virose: indisposição, dor abdominal, flatulência, vômitos, distensão abdominal e diarreia. Às vezes, também pode haver febre. A má notícia é que não há muito o que fazer além de ingerir bastante líquido e repousar.
Isso porque, o maior risco da intoxicação é que a criança fique desidratada, devido à perda de líquidos. Diminuição do volume de urina, olhos encovados e turgor da pele podem indicar desidratação. Além disso, quando falta líquido no organismo, o coração bate mais rápido e as mucosas ficam secas. Nesse caso, os pais precisam dar o soro de hidratação oral e procurar um médico para receber todas as orientações.

O que causa a intoxicação alimentar

Geralmente, o alimento estragado está associado a substâncias produzidas por bactérias e fungos. Quando o corpo reconhece essas substâncias, tenta colocá-las para fora – por isso o vômito e a diarreia estão entre os sintomas. O quadro de intoxicação alimentar dura, no máximo, 14 dias, mas a maioria dos casos se resolve dentro de uma semana.

Como prevenir
Em casa, o principal cuidado é respeitar a data de validade e manter os alimentos sempre refrigerados – principalmente os frescos, como derivados de leite e carnes. Se ficar na dúvida se o alimento está bom ou não, é melhor não consumi-lo. Qualquer alteração de cor, textura e odor pode ser um sinal de que algo não vai bem.

Fora de casa, é importante verificar as condições de higiene dos restaurantes e lanchonetes, na medida do possível. Banheiros limpos e sem lixo acumulado, e pessoas trabalhando na cozinha com uniformes asseados e cabelos presos também são bons sinais.

Na praia, tome muito cuidado com a procedência dos alimentos. Um exemplo é a raspadinha cujo gelo você não sabe se é feito com água potável. O melhor é levar os alimentos de casa e dar preferência para aqueles que não precisam de refrigeração, como biscoito de polvilho, frutas e castanhas. Ainda assim, vale acomodar tudo em uma bolsa térmica com gelo reciclável, para manter uma temperatura agradável, em especial para as bebidas. Se for comprar algo para beber na praia, melhor optar por águas de garrafas e água de coco.

Vale lembrar que, além dos cuidados com o alimento em si, não dá para descuidar das necessidades nutricionais das crianças. Entre um pacote de salgadinhos e uma fruta que não estrague fácil, como maçã ou mexerica, prefira sempre a segunda opção, bem mais saudável.

Fora isso, não se esqueça de cuidados básicos que podem prevenir intoxicações, como lembrar e relembrar o seu filho de lavar as mãos antes de comer, após brincar e ir ao banheiro. Copos, pratos e talheres também merecem atenção na higienização. Com esses cuidados, dá para a sua família aproveitar só o melhor do verão!





 

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